Minha cabeça está cheia de perguntas e nenhuma resposta, pra nenhuma delas, e isso nunca me trouxe um pingo de alegria. Exceto por uma. A grande pergunta. A única pergunta para qual eu sempre quis a resposta: "Será ela?". E a resposta não é 42, é: "Sim". Indubitavelmente, inequivocamente, inquestionavelmente sim. E por uma semana... uma semana da minha triste e insignificante existência isso me fez feliz.
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