Era mulher forte. Era mulher com olhos de menina, daqueles que conquistam.
Aqueles olhos que davam a impressão de pureza, liberdade. Era mulher de opinião.
Mulher de sonhos, de planos, muitas vontades. Mulher que fazia acontecer.
O garoto? o garoto era só um garoto. O garoto se perdeu nos braços da mulher, como se aquele olhar fosse marca da musa que sua inspiração precisava. O garoto, que tinha seus sonhos de garoto, viu na mulher os caminhos que não enxergava no escuro. Ele a desejou com a inocência de uma criança.
Mas o garoto, pobre coitado, não passava de um garoto.
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