Acordou desesperado. Chorou. A noite ainda era intensa e faltavam muitos minutos para o amanhecer. Ele sentou na beira da cama e apoiou a cabeça sobre as mãos suadas. Sentia o corpo molhado, sentia frio. Sempre achou que insônia fosse algo, no mínimo, poético, mas nunca havia sofrido desse problema. Queria voltar pro sonho, por mais falso, ou só mentiroso, que fosse.
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