A mão, o cabelo e a pele. Tudo entrava pelo vidro dianteiro.
Como se quisesse abraçar aquele motorista desconhecido.
Beijá-lo com dedicação inversa a vontade que tinha de continuar respirando.
Quando se jogou, não imaginou que fosse passar seus últimos minutos jogada entre os bancos, um homem gritando e o resto de seu próprio corpo.
O terror era real. Ela teve bastante tempo para se arrepender.
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